Opinião
Da Coluna Panel do Estado
Municípios menores sofrem mais
São os municípios menores os que mais sofrem com a tão propagada queda de repasses. O que se vê em todo o país são urbes em que as arrecadações próprias não passam do traço, centenas de municípios que sobrevivem exclusivamente do que recebem na partilha de impostos federais. A economia local dessas cidades não permite aos cofres da prefeitura esperar muita coisa. Impostos como o IPTU nunca são pagos. Vez por outra os mais radicais até questionam a viabilidade dessas localidades enquanto unidades federadas autônomas. E esses questionamentos não surgem apenas nos momentos de crise. A verdade é que muitos municípios foram criados com pouquíssimas condições de existir. É um momento de reflexão.
Segurança de Mossoró
Não são necessárias medidas mirabolantes para melhorar a segurança na cidade de Mossoró. Medida boa seria aumentar o efetivo, que é o mesmo de vinte anos atrás. Não seria a salvação da lavoura, mas ajudaria a melhorar muito o quadro atual. Com a palavra a Secretaria de Defesa Social do Rio Grande do Norte.
Padre João Medeiros
Padre João Medeiros é sacerdote do Seridó que serviu durante muitos anos à Arquidiocese do Rio de Janeiro. Retornou ao Rio Grande do Norte e tem ajudado significativamente na caminhada eclesial da Paróquia de Santa Luzia de Mossoró. Homem de grande saber e formação acadêmica internacional, não admira a qualidade dos textos que produziu para a Semana Santa. São reflexões que ajudam a entender melhor o período mais sagrado para os católicos.
Apodi em obras
A Prefeitura de Apodi anunciou a contratação da empresa Construções e Serviços de Limpeza Azevedo para executar as obras de restauração parcial de seis escolas municipais nas zonas urbana e rural. O valor do contrato é de R$ 145.134,48. As despesas correrão com o orçamento para o exercício de 2009 da Prefeitura. O Município também anunciou pavimentação a paralelepípedo de várias ruas, devendo gastar R$ 146.054,64.
Guamaré em calamidade
O município de Guamaré teve prorrogado o estado de calamidade pública que havia sido decretado no inicio do ano. O prefeito Mozaniel de Melo Rodrigues informa que o período antes definido não foi suficiente para obtenção do controle das ações de saúde, assistência social, administração e educação. Deste modo, a calamidade fica prorrogada por mais 90 dias, contados a partir de ontem.
Escrito por Marcos Antonio Ferreira às 19h12
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